Exames preliminares feitos em pessoas que morreram em Minas Gerais com suspeita de febre amarela silvestre, transmitida pelo mosquito Haemagogus, já indicam que esta foi a causa de pelo menos oito óbitos no estado. As mortes estão entre as 14 até então informadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) desde o anúncio, feito no início da semana, da ocorrência de um surto da doença registrado nos primeiros dias deste ano. A SES trata as mortes como prováveis, termo que denota a existência de exame laboratorial reagente para a febre amarela, mas que ainda demanda investigação epidemiológica, históricos de vacinação e dos deslocamentos desses pacientes para a confirmação final. Pelo balanço divulgado na noite de ontem pela secretaria, o número de casos suspeitos salta de 23 para 48, sendo que 16 são considerados prováveis.

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